A oficina de Dança das Bandas de Pife ofereceu aos participantes práticas para abrir a percepção e a expressão rítmica, convidando-os a desenvolver um corpo vivo, disposto, expansivo e energeticamente generoso, por meio de trabalho físico em grupo.
Através da formação de cordões inspirados nos Galantes (Cavalo Marinho), Embaixadores (Reisado) ou Caboclos (Maracatu), o encontro reuniu todos os integrantes em uma única pulsação coletiva para “evoluir” em suas “manobras”. O objetivo foi acender o fogo do corpo e disponibilizá-lo para a dança, o jogo e o entendimento de unidade em grupo conduzida pelo fio rítmico, assim como as bandas cabaçais.
Desde 2003, o artista brasileiro se envolveu com as artes através do teatro amador e se profissionalizou na Espanha, criando seu primeiro solo. Ao retornar ao Brasil, mergulhou nas manifestações culturais do Ceará e Pernambuco, explorando bordados, esculturas, bonecos e personagens tradicionais. Entre 2010 e 2014, atuou como músico e brincante no grupo Mamulengo Presepada, participando de festivais e criando o espaço de arte “Invenção arte e ofício”. Sua trajetória inclui diversas habilidades artísticas, como pintura, escultura, marcenaria, dança e música. Fundou o grupo Terreirada Divina, promovendo intercâmbios entre a cultura popular e o urbano. Seus trabalhos resultaram em espetáculos como “Baiano pra Mamulengo” e “Boi Guerreiro”. Participou de grupos como: União dos Artistas da Terra da Mãe de Deus, Seu Estrelo, Boi Marinho, Piaba de ouro, entre outros.
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